domingo, 21 de outubro de 2007

Sob o Sol do Terror- Texto II

"Quando por fim achei que o inferno havia acabado, eu escuto as trombetas tocarem em forma de estopim e os gritos de agonia ecoavam pelo lugar. Mesmo com o sangue escorrendo pelos meus olhos, eu podia ver com a pouca iluminação da caverna que alguém estava entrando aos cambaleios e que essa pessoa estava sendo agredida violentamente. Não demorou muito para que o silenciassem. O projétil correu o cano da AK-47 e atravessou uma cabeça como se fosse um melão. Nesse momento minha mente se voltou para um lugar longe dali. Para as pessoas que amava. E que minha esperança também havia terminado quando a cápsula vazia da arma tocou o chão emitindo um som oco".
Gustavo Braga

Um comentário:

Alhures disse...

A comparação com o melão nem me pareceu apropriada... hauhauahua
Serio... tenta por uma outra coisa ou simplesmente relata que o tiro atravessou a cabeça e pronto.
tá?
decide ai!
:***